O procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou o pedido de prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL), feito por Liana Cirne (PT-PE) e Victor Fialho Pedrosa, que acusavam o ex-presidente de obstrução de Justiça por convocar manifestações em 16 de março; Gonet considerou que não há indícios suficientes de crime nem legitimidade dos autores para solicitar a medida, destacando que manifestações pacíficas por anistia não configuram ilícito penal e estão protegidas pela liberdade de expressão, recomendando o arquivamento do caso.
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